� A imagem do Hip-Hop ainda se encontra muito turva. Confunde-se o Hip-Hop dance com a cultura Hip-Hop dos guetos americanos. �, � o que diz o professor Marco Mercier, coordenador do grupo de Hip-Hop XTAZY e envolvido no meio h� cerca de onze anos.Em Portugal o Hip-Hop não se tem revelado ainda como dan�a profissional. Um dos factores reconhecidos por Marco Mercier para a pouca valorizaão do Hip-Hop ainda a forte conotaão �s ideias de gueto, sujidade, violencia e medo �. No entanto observa-se uma crescente procura por parte de empresas de produto de eventos que apostam cada vez mais nesta dan�a devido a sua versatilidade.
Quanto aos bailarinos, estes aceitam inumeras vezes trabalhar por cachets desapropriados, sendo esta mais uma das grandes raizes pelas quais o Hip-Hop no totalmente profissional , como explica o professor Marco. Em Portugal um dos poucos paises que ainda não possui uma federação de hip hop para normalizar os eventos e campeonatos , lamenta. A nivel internacional, sobretudo em paises como Inglaterra, EUA ou Espanha, o Hip-Hop hoje é reconhecido como dança profissional. Hoje as companhias e escolas de dança dedicadas exclusivamente a esta área. Mais, a formação A melhor, os instrutores são profissionais e emprego não falta
Isto reflecte-se também ao nível da competição. Actualmente verifica-se uma quebra na formação de grupos de Hip-Hop e, consequentemente, na quantidade e qualidade dos campeonatos. Existem apenas dois outros grupos a nível nacional com qualidade reconhecida no meio e isso torna os campeonatos muito pouco competitivos. , afirma Marco, um dos responsáveis pela integração da dança Hip-Hop nos campeonatos da Federação Nacional de Ginastica.
No entanto,o Hip-Hop ao alto nivel apenas uma pequena parcela da realidade que hoje se vive. Cada vez mais, este tipo de dança para todos e cada vez mais, sobretudo os ginasios, apostam nesta modalidade. Ainda assim, o nível de muitos instrutores deixa a desejar.
� São muitas as pessoas que procuram as aulas de Hip-Hop apenas porque estão na moda, porque acompanham a moda dos vídeos e porque todos parecem querer ser estrelas de TV. �, critica Marco.
Muitos dos reconhecidos instrutores e bailarinos portugueses acabam por procurar o mercado internacional, pela sua qualidade e maior capacidade de remuneração.
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