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História
A história do São Paulo começa na virada do século, em 1900, com o Paulistano, time de Friedenreich, primeiro clube a excursionar à Europa (em 1925), mas que não admitia profissionalismo no futebol, assim como a Associação Atlética das Palmeiras. Assim, em 1930, os sócios decidiram fundar o São Paulo da Floresta, incorporando o vermelho e branco do Paulistano e o branco e preto do da Associação Atlética das Palmeiras. No mesmo ano, chegou ao vice-campeonato e conquistou o título em 1931. Em 1933, bateria o Santos por 5 a 1, no primeiro jogo do futebol profissional do País.Mas, com dívidas, o Floresta foi obrigado a se fundir com o Tietê, que decidiu pela extinção do primeiro, em maio de 1935. Mas um grupo de sócios imediatamente fundou o Clube Atlético São Paulo, que em dezembro do mesmo ano passaria a se chamar São Paulo Futebol Clube. Houve nova fusão, dessa vez com o Estudante Paulista, time dissidente do Paulistano. Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, seria o grande nome do time na década de 40. Se o primeiro título paulista foi conquistado em 1931, então seriam cinco outros em dez anos: 1943, 1945/46 (este, invicto), 1948/49.Fizeram nome no São Paulo, além de Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, Dino Sani, De Sordi e Mauro, nos anos 50; Bellini e Jurandyr, na década de 60; Gerson, na de 70. O time voltaria às glórias na década de 80, com os “Menudos do Morumbi de Cilinho” e depois com Telê Santana, nos anos 90, quando conquistou, em 1991, o terceiro título do Brasileiro (os anteriores foram em 1977 e 1986). Na década de 90, o São Paulo também iniciou a escalada internacional, com a Libertadores de 1992 e de 1993, revertidas em dois títulos do Mundial Interclubes no Japão (o que voltaria a ser registrado em 2005). Participaram das conquistas dos anos 80 e 90 jogadores como Waldir Peres, Oscar, Müller, Zetti, Cafu, Careca, Falcão, Leonardo, Zetti, Raí. Mais recentemente, Kaká e Rogério Ceni (que já ultrapassou os 700 jogos pelo clube).O apelido de “Mais Querido” é da época da ditadura, que proibiu manifestações com cores de bandeiras estaduais. O time entrou em campo em um jogo com a bandeira que tem as mesmas cores do Estado de São Paulo e foi aplaudido em pé pelo público do estádio, em protesto contra a censura. A camisa e o símbolo foram desenhados pelo alemão Walter Ostrich. As três estrelas vermelhas do centro são do tricampeonato mundial interclubes; as duas douradas, dos ouros olímpicos no salto triplo de Adhemar Ferreira da Silva.
Postado por: Ana Lúcia e Juliana.
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